quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Um 2010 mais solidário.

Quase vinte dias se passaram desde a última postagem. O acúmulo de atividades profissionais e acadêmicas me deixaram em OFF, e mesmo quando o tempo era oportuno, a indisposição prevalecia. Mas aqui estou retomando o prazer de me comunicar neste espaço.

Sem delongas, desejo a todos(as) nós um Ano Novo cheio de vitórias em meio as lutas do cotidiano. Que possamos realizar boas obras, que nossa conquistas sejam mais humanizadas, fraternas, solidárias, geradoras de alegria e prazer. Enfim, que a felicidade seja nossa e não apenas minha.
PC

domingo, 13 de dezembro de 2009

A morte do cristianismo.


Quando ao final do século XIX, Nietzsche decretou a “morte de Deus”, muitos pensadores cristãos interpretaram sua afirmativa como “confissão” de ateísmo do filósofo alemão. No meio acadêmico não foi bem assim, mas prevaleceu a interpretação de que Nietzsche diagnosticara o “Niilismo” como doença do século e causa para a morte de Deus.
O Niilismo é entendido na filosofia como um estado de perda de sentido, de objetividade nas coisas, na vida, quando os princípios e valores absolutos caem por terra, se desmancham... e, diante disto, para que serve Deus? Sua autoridade soberana dá lugar ao relativismo e assim o homem torna-se o próprio Deus.
Em nossos dias, não são as ameaças do Niilismo ou outra corrente filosófica que ameaça a fé cristã. Aliás, não devemos dizer que a fé está sob ameaça, pois, após a redenção de Cristo, ela nunca esteve e nunca estará ameaçada. Mas o cristianismo sim. Aqui, me refiro ao “movimento” social da fé cristã, que desde seu surgimento no primeiro século, algumas vezes, desvirtuou o Evangelho de Cristo, como registra a própria história da Igreja.
Algumas vertentes do cristianismo atual presta grande colaboração ao Niilismo, ao permitir que os valores mercadológicos, dentre eles o consumismo, determine a vivência da “fé cristã”, transformada no ser evangélico, gospel... cuja espinha dorsal é a serpente da teologia da prosperidade e sua megalomaníaca busca de conquista e poder.
O vídeo acima, em forma de desenho animado(literalmente), nos faz rir e chorar ao mesmo tempo. Pois atesta a dura realidade de líderes cristãos inescrupulosos que transformam seus ministérios pastorais em ministérios empresariais. Acho um exagero dizer que o deus desta gente morreu e para não pecar contra a misericórdia de Deus que nos julgará, prefiro dizer que este modelo de cristianismo que vemos hoje predominar em nosso meio, está morto, seus dias estão contados. Aleluia!
PC

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Obama, Prêmio Nobel...

Ao discursar ontem na festa de entrega do Prêmio Nobel da Paz, uma espécie de “clichê” do capitalismo, o presidente dos EUA, Barack Obama tentou justificar a contraditória decisão que tomou recentemente, enviando mais de 30 mil soldados para guerrear no Afeganistão. Prêmio Nobel da PAZ, hummm...
Sobre o papel da guerra, disse que seus “instrumentos têm um papel para manter a paz”. (Fonte: Virgula News).
Os Estados Unidos tem longa história de guerras, sua economia expansionista depende em muito da indústria bélica. Então, logo logo o Obama vai mostrando que é mais um lobo vestido em pele de ovelha.
PC