Pensei em postar algo sobre Michael, mas precisava de algo diferente do que a entorpecida mídia propaga. Dentre as possibilidades temáticas, as questões giravam em torno dos bastidores do poder e a estranha fuga de seu médico particular por ocasião de sua morte.Foi quando recebi este texto de Claudio Xavier, meu mano querido. Ele é Doutor em Tecnologias da Comunicação e Pesquisador sobre imagem, corpo, tecnologia e conhecimento na UFBA (Universidade Federal da Bahia). Veja uma pequena mostra:
Michael Jackson: legado para pensar o cibercorpo e o sujeito/múltiplo.
"Mas o que se pode saber sobre Michael Jackson agora?
No fundo, ele sempre foi virtual. E talvez isto seja uma situação de aprendizagem para os internautas/incautos, dispostos a viver realidades cada vez mais virtuais. Internautas que transferem as leis ou a ausência de leis da realidade virtual para a realidade real (já que o oposto não tem sido verificado). Internautas que, em processos de busca por identificações sucessivas nos múltiplos ambientes virtuais da Internet, se perdem, não geograficamente, mas do corpo que têm, em busca de outro(s) corpo(s) – possíveis apenas numa perspectiva imaginária e ideal de existência, portanto irrealizável.
Assim como houve a construção do artista Michael e do sujeito esquizóide Michael, por si e pela mídia, é possível perceber a construção de “identidades razas” em sujeitos, com e através do uso da Internet e ambientes virtuais – criação de virtualidades razas.".
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1298
Veja o texto na íntegra, basta clicar o link acima.
PC
